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Simone prefere esperar aprovação final da MP antes de falar sobre ministério

A senadora age com cautela e neutralidade, preferindo aguardar as votações no Congresso

14 maio 2019 - 09h30Rayani Santa Cruz    atualizado em 14/05/2019 às 10h07

Após a análise da medida provisória 870 relacionada a reforma administrativa, entrar no Congresso e obter o aval do Palácio do Planalto para que o Ministério do Desenvolvimento Regional fosse desmembrado e recriados os ministérios das Cidades e da Integração Nacional, o nome da senadora Simone Tebet (MDB-MS), vem sendo ventilado entre as possibilidades para assumir a pasta de Integração.

Simone, que deixou de concorrer à presidência do Senado, e articulou aliança com o então senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), e conseguiu eleger o correligionário a presidente do Senado Federal e virou presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A senadora vem se destacando no Senado desde o ano passado e pode ser uma indicação do partido MDB, com apoio do próprio Alcolumbre e até de Rodrigo Maia, presidente da Câmara Federal.

Em conversa com a assessoria de comunicação da senadora, foi dito que, Simone prefere esperar a aprovação final da MP da reforma administrativa antes de se pronunciar. “Esta MP (que divide os ministérios, entre outras coisas) precisa ainda ser aprovada pelos plenários da Câmara e Senado. O prazo final é 3 de junho”, informou.

A medida provisória foi proposta pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), e apresentada à comissão mista do Congresso. Entre os pedidos, estava a recriação de ministérios e permanência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) no Ministério da Justiça e limites de atuação dos auditores da Receita. As duas pastas tinham sido extintas na reestruturação feita pelo governo Jair Bolsonaro, que reduziu de 29 para 22 o número de ministérios.

Na semana passada, no Congresso, a Comissão Mista que analisou a MP 870, sobre a reestruturação da Esplanada, retirou o Coaf do Ministério da Justiça, devolvendo-o à pasta da Economia.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, está em Nova York e só retornará ao Brasil na quarta-feira à noite, com isso, a MP da reforma administrativa não será pautada nesta semana no plenário da Câmara.

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