Durante o evento de filiação de Reinaldo Azambuja e 19 prefeitos ao PL, em Campo Grande neste domingo (21), o presidente nacional da legenda, Valdemar da Costa Neto, reafirmou a posição do partido em defesa de uma anistia ampla aos investigados pelos atos de 8 de janeiro e destacou autonomia total do ex-governador a frente da sigla em Mato Grosso do Sul.
Sobre o cenário eleitoral, o dirigente destacou que o ex-governador Reinaldo Azambuja terá total autonomia para conduzir as articulações do PL em Mato Grosso do Sul, incluindo a definição de candidaturas ao Senado em 2026.
Valdemar ainda apontou que nomes como Gianni Nogueira e Capitão Contar podem entrar na disputa ao Senado pelo PL, mas reforçou que as decisões locais estarão sob comando de Azambuja.
Sobre a pretensão do deputado federal Marcos Pollon sair governador pelo PL, Valdemar reforçou que decisão estadual é do Reinaldo, que está apoiando a reeleição de Eduardo Riedel. "É melhor ele escolher outra época".
Nacional
Valdemar também avaliou como improvável a aprovação, no Senado, da PEC que limita decisões monocráticas do Supremo Tribunal Federal, mas reforçou apoio à proposta. Ele voltou a criticar manifestações recentes organizadas por grupos de esquerda, afirmando que os atos têm fracassado em público. “Esse negócio de anistia light não resolve. Tinha que ser anistia de verdade. A maioria dos que foram presos não participou da depredação”, disse.
Questionado sobre o nome de Eduardo Bolsonaro, disse que caberá ao ex-presidente Jair Bolsonaro orientar os rumos da legenda, mas afirmou que se o governador por São Paulo Tarcísio de Freitas se filiar ao PL, ele será o nome.
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Valdemar da Costa Neto, presidente do PL (Nilson Figueiredo)



