Um estudo publicado nesta terça-feira (2) na Nature Communications mostrou que pesquisadores da Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, conseguiram eliminar o HIV de todo o genoma de um animal vivo pela primeira vez por meio de um medicamento de ação lenta e edição de genes.
A descoberta sugere que essa poderia ser a base para a cura da doença, com testes clínicos em humanos previstos para ter início no segundo semestre de 2020, até o momento, pesquisas conseguiram eliminar o HIV em duas pessoas, ambas tinham câncer de sangue terminal e foram submetidas a transplantes de medula óssea
A medicação utilizada neste recente estudo se chama LASER ART, que tem a capacidade de reduzir o vírus. Utilizada conjuntamente com a edição de genes CRISPR, promoveu a eliminação do HIV em todo o genoma de um terço de camundongos analisados em laboratório. A edição de genes foi feita inicialmente por pesquisadores da Temple University, na Filadélfia, nos Estados Unidos.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Saúde e Bem-Estar: Cirurgião detalha tratamentos e indicações para transplante de fígado

Denúncia aponta que terreno 'abandonado' no Centro tem até família de lobinhos

Anvisa aprova cultivo de cannabis por empresas e amplia acesso

Anvisa discute nesta quarta regras para a produção de cannabis no país

Com mais de 400 doses, SES inicia estratégia de imunização contra o VSR em fevereiro

Anvisa suspende venda de sal grosso e pó para decoração

Tomógrafo de última geração reforça parque tecnológico do Hospital Regional

Juiz aponta 'desorganização' e manda sequestrar R$ 301 mil da prefeitura para cirurgia

Justiça manda prefeitura de Campo Grande nomear médica aprovada em concurso de 2019

A descoberta sugere que essa poderia ser a base para a cura da doença (reprodução)



