O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, defendeu que o Governo, através do Programa Prosseguir, não pediu lockdown, e reforçou a necessidade de endurecer as medidas de combate ao coronavírus tanto em Campo Grande, quando em outras cidades de Mato Grosso do Sul que decidiram não seguir as recomendações do Estado.
Para Resende, “é preciso colocar a verdade nesses fatos”. “Não pedimos lockdown, estamos pedindo medidas restritivas mais severas. A partir da nossa realidade, com base em dados epidemiológicos, entendemos que era preciso dar uma gradação maior e o apoio unanime do comitê do Prosseguir fez com que a gente adotasse essa estratégia”, disse sobre as restrições impostas.
Resende voltou a rebater a decisão do prefeito Marquinhos Trad de flexibilizar as medidas na capital. “Esteve aqui conosco, e dizia claramente que seguiria o Prosseguir e fomos surpreendidos de uma forma unilateral o município tomando a decisão de que não seguiria a bandeira cinza, mas a vermelha e, ainda assim, não está seguindo nem aquele que preceitua na bandeira vermelha. O que está acontecendo em Campo Grande, hoje, me parece que o prefeito não está tendo os dados corretos da sua situação”, afirmou o secretário.
Segundo o secretário, 13 municípios pediram para que o Estado mudasse suas bandeiras, e todos foram negados. “Nesse momento, fazer concessão aos pedidos dos prefeitos é fazer concessão ao vírus, se aliar ao vírus. Nós temos compromisso com a vida das pessoas e vamos seguir em frente. A vida do povo sul-mato-grossense é mais importante que as perdas que vários setores estão tendo”, disse.
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