O marco é uma espécie de "Constituição" da rede. O texto fixa princípios gerais, como liberdade de expressão e proteção de dados pessoais.
Uma das alterações prevê que não terão validade cláusulas contratuais de provedores de conexão à internet em que o cliente se compromete a abrir mão da privacidade.
Outra medida determina que a armazenagem de dados coletados no Brasil por empresas de conteúdo terá de cumprir a legislação nacional. Isso não significa, no entanto, que não poderão ter registros no exterior.
Essa medida teria efeito para empresas como Facebook, Twitter e Google, instaladas no país. A ideia é que elas poderão responder na Justiça pelas informações.
Atualmente, não há proibição para que telefônicas vendam dados de usuários a companhias de outros países.
Relator da proposta, o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) admitiu que pode fazer mudanças em seu parecer, mas descartou flexibilizar pontos que tratem da liberdade de expressão, da proteção à privacidade e da neutralidade da rede (segundo a qual não pode haver discriminação entre usuários).
A ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) deve comandar uma ampla reunião com líderes aliados para tentar avançar na Câmara com o projeto, enviado pelo governo em 2011.Reportar Erro
Deixe seu Comentário
Leia Também

Tecnologia
Com bolsa de R$ 5 mil, TJMS e UFMS abrem residência em Engenharia de Software

Tecnologia
Judiciário e UFMS lançam residência tecnológica com bolsa de R$ 5 mil

Tecnologia
Game em realidade virtual reforça combate à dengue em Mato Grosso do Sul

Tecnologia
TJMS usa Inteligência Artificial no e-SAJ para agilizar peticionamento inicial

Tecnologia
Discord anuncia novas regras para segurança de usuários adolescentes

Tecnologia






