Antes de o ano acabar, as mortes no trânsito de Campo Grande já superam o índice de 2017. Segundo o diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Janine de Lima Bruno, no ano passado, 70 pessoas morreram em decorrência dos acidentes. Até novembro deste ano, já foram registrados 76 óbitos.
Com base nas informações da Gestão de Inteligência no Trânsito (GIT), Janine informou ao JD1 Notícias que, de 2011, quando houve 132 óbitos, até 2017, os acidentes com mortes diminuíram gradativamente. Os motoristas ficaram de 2016 até agora “livre” de fiscalização eletrônica. O diretor-presidente observa que, somente em 2018, os condutores “notaram que as ruas estavam sem fiscalização”. “Só isso justifica as mortes registradas até agora”, disse ao associar os óbitos, ao excesso de velocidade.
Janine teme que o número acidentes com óbitos aumentem com as festas de fim de ano. “No período de fim de ano, é comum o aumento no número de acidentes”, disse. O diretor-presidente da Agetran comemora a volta dos radares e afirma que a presença da fiscalização eletrônica é vital para a diminuição dos acidentes e mortes.
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“O grande causador de mortes no trânsito é o excesso de velocidade”, ressalta Janine Lima, diretor da Agetran (Reprodução/Internet)



