Uma mãe procurou a reportagem do JD1 Notícias para denunciar suposta falha no atendimento prestado à filha, de 13 anos, após um incidente ocorrido no último domingo (15), quando um portão de mais de 200 quilos atingiu a adolescente. Segundo relatos da mãe, Vereadiana, a estrutura descarrilhou e até ela se machucou tentando segurá-la
A família levou a menina inicialmente à UPA Nova Bahia, onde foi informada de que não havia exame de raio-X disponível. Ela foi então orientada a procurar a UPA Coronel Antonino.
De acordo com a mãe, a filha foi classificada como caso de urgência devido à dor intensa e ao inchaço no pé, que já apresentava coloração roxa. No atendimento médico, porém, o diagnóstico teria sido de luxação, sem fratura. A adolescente realizou raio-X e foi liberada com prescrição de dipirona e orientação para manter o pé elevado por três dias.
A mãe afirma que questionou o profissional solicitou atestado escolar, mas foi informada de que não seria necessário, pois a filha estaria "correndo em três dias". Ainda segundo o relato, o médico foi "grosseiro" e desconsiderou a gravidade da situação. E a preocupação é de que o descaso possa agravar situações de outros pacientes, já que na mesma ocasião, Verediana viu o mesmo profissional fazer pouco de uma idosa que também estava machucada.
Depois de passar a noite com dores, a adolescente foi levada na UPA Vila Almeida, onde a médica a encaminhou ao Cenort. No atendimento com ortopedista, ele reavaliou o exame de raio-X realizado no domingo constatando fratura em dois pontos, com indicação cirúrgica.
A mãe afirma que pretende denunciar o caso ao Conselho Regional de Medicina e à Secretaria Municipal de Saúde.
O JD1 Notícias entrou em contato com a Prefeitura de Campo Grande para esclarecimentos sobre o atendimento e aguarda posicionamento oficial.
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