Representantes do Conselho Municipal dos Direitos e Defesas dos Povos Indígenas (CMDDI) procuraram o Ministério Público Estadual (MPMS) para cobrar da prefeitura de Campo Grande esclarecimentos sobre a liberação de terrenos destinados a famílias da Comunidade Índio Forte, localizada no Jardim Inápolis.
A demanda foi apresentada em reunião realizada na 67ª Promotoria de Justiça de Direitos Humanos, em Campo Grande. O encontro teve como foco acompanhar se a gestão municipal irá, de fato, cumprir a promessa de entregar os lotes anunciados à comunidade indígena.
Durante a reunião, o cacique da Comunidade Índio Forte, Barbino Ribeiro, manifestou preocupação com o andamento do projeto. Segundo ele, houve compromisso por parte do poder público, mas existe temor de que a iniciativa não se concretize.
Foi informado ainda que o projeto é de responsabilidade da prefeitura, por meio da Agência Municipal de Habitação de Campo Grande (Emha). A proposta teria sido lançada em 2024, porém, até o momento, não houve formalização do reassentamento das famílias.
Diante da situação apresentada, o promotor de Justiça Paulo César Zeni determinou a expedição de ofício à Emha, solicitando informações detalhadas sobre o andamento do projeto.
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