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Cultura

Centro Cultural recebe I Mostra de Teatro Ofit Cena Contemporânea

08 setembro 2013 - 11h56Via Notícias MS
Com o propósito de fortalecer a cultura de Mato Grosso do Sul, a Associação Cultural Oficina de Interpretação Teatral (Ofit), com patrocínio do Fundo de Investimentos Culturais da Fundação de Cultura do governo do Estado, promove de 11 a 15 de setembro (quarta a domingo) a I Mostra de Teatro Ofit Cena Contemporânea. A edição inaugural da Mostra contará com quatro apresentações de espetáculos premiados e de reconhecimento nacional.

Selecionadas pelo curador Guilherme Marques (SP) e pelo diretor teatral Nill Amaral (MS), as peças são baseadas essencialmente na expressividade do intérprete, apresentando textos de autores consagrados e de novos dramaturgos. Assim, durante quatro dias o público poderá vislumbrar espetáculos consistentes, com indicações a títulos brasileiros relevantes como prêmio Shell, Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e Cooperativa Paulista de Teatro (CPT).

A Ofit promove, desde 2002, ações contínuas voltadas para as artes cênicas. Peças conhecidas do grande público como No gosto doce e amargo das coisas de que somos feitos, A Serpente e Gota D’ Água conseguiram formar bom público e demonstrar o mérito em suas ações. A I Mostra Cena Contemporânea é resultado de um novo desafio: realizar uma mostra de teatro em que coloca a condição humana e o texto como eixo central das ações, visando à reflexão crítica por parte do público.

Confira a programação:

11 de setembro (Quarta-Feira)
Eu Vi o Sol Brilhar Em Toda Sua Glória – SP
Horário: 20h30 - Tempo: 50 minutos - Classificação:14 anos
Inspirado no universo de Jorge Luis Borges. Com João Paulo Lorenzon.
Sinopse: Apoiado em imagens de contos e fragmentos da vida do escritor, o espetáculo foi construido em dois anos de pesquisa, desejando estabelecer um diálogo com o autor. Um diálogo reflexivo sobre a fronteira do real e do imaginário, da memória e do esquecimento, da eternidade e da finitude, para nos perguntar sobre as perdas que nos constituem. Memória: esta é a viagem a que se propõe o espetáculo. Memória: o ponto de partida ou de chegada ou os dois. E nela as transformações da imaginação e da realidade. Um homem vê o infinito através de um ponto de luz e não consegue mais regressar em si. Não pode voltar à sua antiga vida porque não consegue mais parar de ver e lembrar. Como é não poder mais esquecer?
Espetáculo indicado a dois Prêmios Shell - Melhor ator Joao Paulo Lorenzon e melhor Iluminaçao Lúcia Chedieck.
Convidado pelo Centro de Artes Cênicas da Funarte para participar do Ano do Brasil em Portugal, em Lisboa.
Ficha técnica: Criação e Concepção: João Paulo Lorenzon; Co-Direção: Karin da Hora; Desenho de luz: Lúcia Chedieck.

13 de setembro (Sexta-feira)
Facas nas Galinhas (SP)
Horário: 21 horas - Tempo: 70 minutos - Classificação: 14 anos
Sinopse: Uma mulher jovem leva uma vida de subserviência ao marido, um rude lavrador que tem uma relação não bem esclarecida com os cavalos, que estão sempre em primeiro plano. Eles moram em uma vila onde todos dependem do moinho para processar os grãos e fazer a farinha. O moleiro é um homem odiado por todos os habitantes, considerado um explorador, um bruxo e talvez um assassino. A mulher, atenta ao mundo e buscando nele respostas para suas indagações sobre o sentido das coisas e da vida, ao encontrar o moleiro, se vê diante de um homem que é o oposto do marido, que lhe observa e oferece ajuda. Deste encontro surgem situações e reflexões que mudarão completamente o destino dos três personagens.
O espetáculo recebeu 3 indicações ao Prêmio Shell, nas  categorias: • Direção • Trilha Sonora e Cenário
Indicado ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro – Melhor Direção
Espetáculo convidado para integrar a Mostra Oficial do Festival Internacional de Curitiba 2013
Ficha Técnica - Dramaturgia: David Harrower; Tradução: Fábio Ferretti; Direção: Francisco Medeiros; Elenco: Eloisa Elena, Cláudio Queiroz, Thiago Andreuccetti.

14 de setembro (Sábado)
Estamira – Beira do Mundo (RJ) (Público limitado a 100 lugares)
Horário: 21 horas - Tempo: 60 minutos - Classificação: 14 anos
Sinopse: Uma catadora de lixo, doente mental crônica, com uma percepção do mundo surpreendente e devastadora. A peça não só é um documentário sobre Estamira, mas também um depoimento pessoal e artístico de Dani Barros, que reconheceu na história da personagem da vida real retratada no filme de Marcos Prado parte da sua experiência pessoal. O pano de fundo da história é o lixão, porta pela qual adentramos o universo de Estamira. Lá são encontradas cartas, memórias, histórias que não conseguimos jogar fora. Dani Barros é conhecida do grande público por suas participações em novelas da rede Globo e do seriado "Minha nada mole vida".
A peça foi ganhadora dos prêmios Questão de Crítica, Shell, APTR E APCA na categoria “Melhor Atriz”, e indicada ao Prêmio Questão de Crítica (Espetáculo), Prêmio Qualidade Brasil (Atriz/Drama), Prêmio APTR (Texto, Espetáculo, Produção).
Grande sucesso de público e crítica em 2011, “Estamira – Beira do Mundo” esteve na lista dos dez melhores espetáculos na seleção do jornal O Globo, entre as três melhores peças em cartaz na seleção da revista Veja Rio e entre os melhores espetáculos na seleção da revista Bravo.
Ficha Técnica - Com Dani Barros; Direção: Beatriz Sayad; Dramaturgia: Beatriz Sayad e Dani Barros.

15 de setembro (Domingo)
Gota D’Água (Dourados - MS)
Horário: 20 horas - Tempo: 60 minutos - Classificação:14 anos
Sinopse: Gota d’Água é uma adaptação de Medeia, de Eurípedes e se passa em um conjunto habitacional carioca. A Medeia brasileira virou Joana, mulher madura, batalhadora e completamente apaixonada pelo pai de seus dois filhos, o jovem compositor Jasão. Ambicioso e disposto a ouvir seus sambas nas rádios, ele se envolve com Alma, filha de Creonte, empresário e dono das casas da comunidade. Abandonada e cheia de amargura, Joana, no ápice trágico de loucura, trama uma vingança ao ex-amado.
Gota d’água é uma peça capaz de perpetuar o eco de vozes antigas, presentes e entregues ao devir. Esta adaptação dramatúrgica coloca no mesmo caldeirão as doses incertas de açúcar e veneno como um ultimato para dosarmos os ingredientes que jorram de nossa natureza estranha. Na encruzilhada dos corpos vão sincretizando caminhos de resignação e norte, atalhos e oferendas. Basta um dia. Não mais que um dia para que sete flechas mirem o fundo dos olhos onde o mar represa toda a existência numa única gota.
Crítica de Rita de Cássia P.Limberti – 2013; mestre e doutora em Semiótica - pós-graduada em análise de Discurso na Universidade Estadual de Campinas – Unicamp.
Prêmio Rubens Correa – 2012
Prêmio Myriam Muniz – 2012
Ficha Técnica - De Chico Buarque e Paulo Pontes, direção de Nill Amaral, Adaptação Dramatúrgica de Eder Rodrigues; com Tainne Petelim, Paulo Porto, Rosi Leal, Isis Anunciato, Leandro Martins e Carlos Anunciato.

Serviço
Ingressos serão vendidos a R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). O Teatro Aracy Balabanian do Centro Cultural José Octávio Guizzo fica na rua 26 de Agosto, 453, entre a 14 de Julho e a Calógeras. Recomenda-se chegar com meia hora de antecedência. Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.
Girafa

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