O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão anunciou nesta quinta-feira (27) que houve redução nos gastos de custeio (manutenção da máquina pública) de R$ 35,94 bilhões para R$ 33,67 bilhões, ou seja, de 12%, de janeiro a setembro deste ano ante o mesmo período de 2015. A queda é em termos reais, já descontada a inflação do período.
A economia é resultado de redução real nas despesas com quase todos os serviços usados pelos órgãos públicos, entre eles, serviços de apoio (como secretariado e limpeza), material de consumo, locação e conservação de bens imóveis, energia elétrica e água. A única rubrica na qual houve aumento de gastos foi “Outros”, com alta de 171,5% na comparação com 2015.
Segundo o ministro interino do Planejamento, Dyogo de Oliveira, o motivo é que essa categoria abarca o pagamento de tarifas bancárias que estavam em atraso. Segundo ele, não é uma despesa representativa, já que, de janeiro a setembro, a rubrica respondeu por 5% dos desembolsos.
A maior redução de despesas foi com serviços de apoio, que registraram queda de 27,3% em termos reais. Os gastos com a rubrica respondem pela maior parte da despesa de custeio dos órgãos do Executivo: 45%.
Segundo Dyogo de Oliveira, a queda nos gastos é resultado de uma política para racionalizar os custos do governo federal adotada desde o ano passado. “É resultado de um conjunto amplo de ações que nós temos tomado, incluindo a maneira como se compram passagens”, exemplificou. De acordo com ele, o governo deve anunciar novas ações de economia em breve.
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