Depois do "consenso" fechado entre os presidentes da Câmara, do Senado, e ministros, o governo tentará aprovar a proposta que viabilizará o pagamento da nova rodada do auxílio emergencial em três semanas.
Na sexta-feira (12), após a reunião com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, que selou o acordo, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que apresentaria ao colégio de líderes uma proposta do texto, que, para o governo, deverá ser aprovado pelo Congresso Nacional até o início de março. Com isso, a expectativa é que a primeira parcela do novo auxílio seja paga ainda no próximo mês.
Outras duas parcelas pelo menos estão previstas, para abril e maio, e possivelmente outra em junho, a depender da evolução da pandemia. As parcelas deverão ser de R$ 250, a um custo total de R$ 30 bilhões. No ano passado, o auxílio começou a ser pago em parcelas de R$ 600, depois reduzidas para R$ 300.
A Equipe Econômica trabalha com o prazo de três semanas para a aprovação do “novo marco fiscal”, como nomeia Guedes. Este será composto pela inclusão na PEC (Proposta de Emenda Constitucional) do pacto federativo, de uma cláusula de calamidade pública (uma espécie de PEC de Orçamento de Guerra, semelhante à aprovada no ano passado).
Pacheco disse que é "fundamental" que haja uma cláusula de calamidade pública na PEC do pacto federativo para "fazer a flexibilização necessária a fim de viabilizar o auxílio emergencial no Brasil", da forma como defende Guedes.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Procon aponta variação de até 11,83% nos preços dos combustíveis em Campo Grande

Comissão irá analisar projeto que amplia limite de faturamento do MEI

Preços de frutas caem até 12%, mas verduras seguem em alta

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.717 em 2027

Em SP, Riedel destaca setor sucroenergético do estado e é elogiado por governador paulista

Confiança da indústria atinge menor nível desde 2020

Conta de luz sobe em MS e mecanismo pode empurrar custo para 2027

Impulsionado pela compra de presentes, Dia das Mães deve movimentar R$ 452,6 milhões em MS

Fiems critica fim da escala 6x1 e alerta para impacto bilionário







