O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a variação de preços de produtos industrializados na saída das fábricas, ficou em 0,47% em setembro deste ano. A taxa de inflação veio depois de duas deflações (quedas de preços), em julho e agosto. A taxa, no entanto, é inferior aos 2,99% de setembro de 2015.
Segundo dados divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPP acumula deflação de 0,46% no ano e inflação de 0,52% no período de 12 meses.
Entre as quatro grandes categorias econômicas, apenas os bens de consumo duráveis tiveram deflação em setembro (-0,15%). A maior taxa de inflação ficou com os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos, que registraram uma alta de preços de 0,93% no mês.
Os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados do setor produtivo, tiveram inflação de 0,62%, enquanto os bens de consumo semi e não duráveis registraram um aumento de preços de 0,22%.
Analisando-se os 25 atividades industriais pesquisadas pelo IBGE, foi observada alta de preços em 15 delas, com destaque para as indústrias extrativas (8,19%), alimentos (0,94%) e outros produtos químicos (0,76%). Por outro lado, houve deflação em dez setores, com destaque para metalurgia (-1,24%).
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