Menu
Busca segunda, 22 de julho de 2019
(67) 99647-9098
Economia

Mercado reduz projeção da economia para 2019

A estimativa para este ano foi ajustada de 2,50% para 2,48%

18 fevereiro 2019 - 11h30Da redação com informações da Agência Brasil

A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia, este ano, foi levemente reduzida. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 2,50% para 2,48%.

Para 2020, a estimativa de crescimento do PIB subiu de 2,50% para 2,58%. Em 2021 e 2022, a expectativa segue em 2,50% de crescimento do PIB. As projeções são do boletim Focus, publicação semanal do BC, com estimativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Inflação

A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) permaneceu em 3,87%, este ano. Para 2020, a previsão para o IPCA permanece em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração na estimativa: 3,75%.

A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta (4%). Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Para controlar a inflação e alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano, até o fim de 2019. Para o final de 2020, a estimativa para a taxa é 8% ao ano, assim como a previsão para 2021 e 2022.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro neste ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no final deste ano e em R$ 3,75, no fim de 2020.

Roberto Carlos

Deixe seu Comentário

Leia Também

Economia
Para cumprir meta, governo adotará “arrocho” de R$ 1 bilhão
Economia
Número de aprendizes cresce 13,6% no país entre janeiro e junho
Economia
71ª SBPC terá manifestações artísticas na Cidade Universitária
Economia
Abono salarial começa a ser pago na quinta-feira; confira calendário
Economia
Opção de saque do FGTS será "reversível", diz fonte do governo
Economia
Dois anos após reforma trabalhista, contribuição sindical cai 95%
Economia
Café com Negócios abordará construção de uma imagem pessoa de sucesso
Economia
Há 25 anos, Semalo é reflexo de superação no MS
Economia
Intenção de consumo das famílias tem queda de 1,7% em julho
Economia
Petrobras baixa gasolina em R$ 0,03

Mais Lidas

Polícia
Acidente na BR-262 mata dois em Rio Pardo
Economia
Abono salarial começa a ser pago na quinta-feira; confira calendário
Polícia
Homem é executado por pistoleiros em conveniência
Geral
Homem chega ao sítio do pai e comete suicídio