Servidores federais que atuam na educação darão início, na quarta-feira (3), a uma greve nacional, por tempo indeterminado, que segundo o Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), contará com a adesão de mais de 230 unidades de ensino em todo o Brasil.
O coordenador geral do Sinasefe, David Lobão, afirmou que professores e funcionários técnico-administrativos dos Institutos federais de mais de 600 campus, além do Colégio Pedro II, Instituto Nacional de Educação de Surdos, Instituto Benjamin Constant e colégios e escolas federais vinculadas ao Ministério da Defesa.
Dentre as exigências para o fim da greve estão recomposição salarial que varia de 22,71% a 34,32%, dependendo da categoria; reestruturação das carreiras da área técnico-administrativa e de docentes; a revogação de “todas as normas que prejudicam a educação federal aprovadas nos governos Temer e Bolsonaro”; bem como a recomposição do orçamento e o reajuste imediato dos auxílios e bolsas dos estudantes.
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