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Messi busca quarta Bola de Ouro, e Neymar tenta o bi do gol mais belo

07 janeiro 2013 - 10h13Editoria de Arte/Globoesporte.com

Lionel Messi e o Teatro Kongresshaus, em Zurique, cidade-sede da Fifa, voltarão a se encontrar nesta segunda-feira. O relacionamento já é relativamente antigo, desde que o craque argentino passou a ser nomeado entre os melhores do mundo na última década - posto máximo que assumiu desde 2009 e não largou mais. Ao mesmo tempo, conforme coleciona Bolas de Ouro, deixa a festa de gala da entidade máxima do futebol cada vez menos surpreendente. Diante de Cristiano Ronaldo, do arquirrival Real Madrid, e Andrés Iniesta, companheiro seu no Barcelona, a expectativa é que o camisa 10 quebre mais um recorde em cerimônia que pode premiar até seis brasileiros, incluindo Neymar, que busca a "dobradinha" com o golaço de 2012.

Se o imenso favoristimo se confirmar, Messi irá faturar a sua quarta Bola de Ouro, também a quarta seguida (apenas em 2009, na primeira conquista, a premiação da Fifa e a da France Football não eram alinhadas). Ele deixará para trás o brasileiro Ronaldo, os franceses Michel Platini e Zinedine Zidane, e os holandeses Johan Cruyff e Marco van Basten, que por três anos foram eleitos os melhores do mundo, seja pela entidade (desde 1991) ou pela renomada revista francesa (desde 1956).

Dentre os destacados, apenas o atual presidente da Uefa conquistou a Bola de Ouro da "France Football" três vezes em sequência (1983, 1984 e 1985), quando defendia o Juventus, da Itália, além da seleção francesa. Já Ronaldo Fenômeno, que estará presente na cerimônia em Zurique e revelou ter votado em Messi, levou o prêmio da Fifa em 1996, 1997 e 2002 - nos últimos dois anos também faturou pela revista francesa.

Lionel, Cristiano e Andrés
Se a premiação é individual, o argentino é justamente o preferido entre as casas de apostas pelos seus feitos particulares. Em um ano em que o Barcelona levantou apenas um troféu (a Copa do Rei), o camisa 10 do Barcelona estabeleceu novas marcas - a principal delas ao superar Gerd Müller e anotar incríveis 91 gols em 69 jogos, brilhando também pela Argentina, como no amistoso contra o Brasil, em junho, quando marcou três vezes.

Cristiano Ronaldo, por sua vez, aposta justamente no oposto. Campeão da Supercopa da Espanha e do Campeonato Espanhol - com direito a golaço decisivo no Camp Nou -, o craque português ainda levou seu país até a semifinal da Eurocopa. O sonho do título - e muito provavelmente também da nomeação de melhor do mundo - parou na disputa de pênaltis contra a campeã Espanha.

É aí que entra Andrés Iniesta. Coadjuvante de Messi no Barcelona, o meio-campista ganhou notoriedade por ter sido o craque da competição na Polônia e Ucrânia, além de ter sido eleito o melhor jogador europeu da temporada 2011/2012 em eleição da Uefa. Na ocasião, Iniesta subiu ao palco juntamente a Messi e Ronaldo e levou o prêmio. Agora, numa votação com treinadores e capitães das 209 seleções filiadas à Fifa, além de outros 49 jornalistas escolhidos pela "France Football", as chances do espanhol parecem minimizadas pelo talento do maior jogador da atualidade.

Liderados por Neymar, brasileiros têm boas chances
Messi tem tudo para ser o carro-chefe da solenidade, mas está longe de ser a única grande atração. A começar por Neymar. Eleito o 10º melhor do mundo em 2011, quando conquistou a Taça Libertadores, o craque do Santos e da seleção brasileira busca uma classificação individual melhor, uma vaga na equipe do ano e, quem sabe, o bicampeonato no Prêmio Puskas, criado em 2009 em homenagem ao húngaro Ferenc Puskas, vice-campeão da Copa do Mundo de 1954.

O gol marcado diante do Internacional, no dia 7 de março, pela Libertadores, na Vila Belmiro, é o que mais credencia o atacante a comemorar algum feito. Ele concorre com o colombiano Falcao García, do Atlético de Madri, e o eslovaco Miroslav Stoch, do Fenerbahçe.

Na seleção de 2012 (a FifPro World XI), pode-se dizer que a missão de Neymar é um tanto quanto mais árdua. O santista concorre a uma das três vagas no ataque com outros 14 jogadores, incluindo as barbadas Lionel Messi e Cristiano Ronaldo. Nomes como Didier Drogba (ex-Chelsea e atualmente no Shanghai Shenhua), Falcao García (Atlético de Madri), Zlatan Ibrahimovic (Paris Saint-Germain) e Robin van Persie (Manchester United) também parecem em tese à frente do brasileiro.

Na defesa, porém, são grandes as chances de ao menos um brasileiro figurar entre os quatro melhores. Entre os 20 atletas estão o lateral-direito Daniel Alves (Barcelona), os zagueiros David Luiz (Chelsea) e Thiago Silva (Paris Saint-Germain) e o lateral-esquerdo Marcelo (Real Madrid).

De Scolari a Leandro Damião
Treinadores, como de costume, também serão premiados. Desta vez das mãos de Luiz Felipe Scolari, nomeado em dezembro o novo técnico da seleção brasileira. Ele entregará o prêmio em mãos a Josep Guardiola, ex-Barcelona e em férias desde maio, ou Vicente del Bosque, da Espanha. José Mourinho, do Real Madrid e outro concorrente, avisou que não viajaria por estar preocupado com um confronto do time merengue pela Copa do Rei. Na categoria feminina, concorrem Pia Sundhage (ex-Estados Unidos), Bruno Bini (França) e Norio Sasaki (Japão).

Entre as atletas, Marta tenta conquistar o seu sexto título na sétima indicação. Aos 26 anos, contudo, é provável que a atacante do Tyresö FF, da Suécie, presencie uma "dobradinha" americana, já que Abby Wambach e Alex Morgan foram duas das maiores responsáveis pelo título dos Estados Unidos nas Olimpíadas de Londres.

Outro brasileiro em destaque será Leandro Damião. O atacante do Internacional, que levou a medalha de prata com a equipe de Mano Menezes, receberá uma homenagem por ter sido o artilheiro dos Jogos Olímpicos, com cinco gols. Haverá ainda o Prêmio Fifa Fair Play (a Federação Guatemalteca de Futebol, o clube turco Eskisehirspor e a Federação Uzbeque de Futebol concorrem) e o Prêmio Presidencial, concedido a uma pessoa ou instituição que tenha dado uma contribuição superlativa ao futebol.

Via G1

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