Oscar se tornou o terceiro brasileiro a figurar no Hall da Fama, ao lado de Ubiratan Maciel e Hortência. Ele foi um dos 12 homenageados na cerimônia deste ano, o único de fora dos Estados Unidos.
Em um discurso emocionado de 12 minutos e meio, feito em inglês, o ex-jogador de 55 anos chorou o final, ao fazer uma declaração para a mulher, Cristina. Ele recebeu o certificado das mãos de Larry Bird, lenda do basquete norte-americano.
"Acho que parou hoje, né", declarou Oscar em entrevista ao Fantástico. "Esse é o maior prêmio que você pode sonhar, entrar no hall da fama do seu esporte. Então eu creio que acaba hoje, porque tudo o que eu ganhar agora vai ser menor do que hoje", completou.
Em 2010, Oscar Schmidt já havia sido introduzido no Hall da Fama da Fiba (Federação Internacional de Basquete). O "Mão Santa", como ficou conhecido, esteve presente nas conquistas da medalha de bronze no Mundial das Filipinas (1978), da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis (1987) e de três títulos Sul-Americanos (1977, 1983 e 1985).Reportar Erro
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Oscar Schmidt discursa ao ser introduzido no Hall da Fama do basquete em Springfield, nos EUA. (Steven Senne/AP) 


