O presidente da Federação das Indústrias do Mato Grosso do Sul (Fiems), Sérgio Logen, afirmou na tarde desta segunda-feira (28), que a greve dos caminhoneiros já surtiu efeito. “Precisamos avançar”, ressaltou.
Para buscar soluções diante do caos que já soma prejuízo de R$ 400 milhões às indústrias do estado, Logen reuniu nesta tarde o Comitê de Monitoramento de Crise (CMC), com a presença de representantes de todos os setores, na sede da Fiems.
De acordo com o presidente, o governo estadual deve receber uma proposta acordada entre o Comitê sobre a redução do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) de 17% para 12%. “Isso vai atender as necessidades do agronegócio e também dos caminhoneiros”, garantiu Logen. O percentual é equivalente ao cobrado pelos estados de São Paulo e Paraná.
Além disso, o presidente deve propor também o parcelamento do ICMS. “Os empresários não tem como pagar o ICMS do próximo dia 5. Ou empresário paga salário ou imposto”, afirmou Logen.
A Caixa Econômica Federal ofertou aos empresários do setor taxas com capital de giro de até 60 meses para pagar e até 12 meses de carência com 0,86% de juros ao mês. O Banco do Brasil ofereceu juros que vão até 6% ao ano.
“Precisamos, agora, reestabelecer a ordem e a reposição das matérias primas até porque se todos não pagarem salário, onde vamos parar?”, analisou o presidente que considerou o momento é de cada brasileiro avançar na condição de que a greve já trouxe o resultado necessário.
A paralisação afetou 100% do setor industrial causando prejuízo diário de R$ 400 milhões.
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