Pela segunda semana seguida, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) esteve na manhã deste domingo (22), na Santa Casa de Campo Grande, visitando o centro ortopédico. Diferente da semana anterior, de acordo com a assessoria da Prefeitura, neste domingo, o prefeito encontrou a Santa Casa com menos pessoas nos corredores e mais agilidade no atendimento.
Além dele, o secretário municipal de Saúde Marcelo Vilela, a secretária-adjunta Andressa De Lucca e o coordenador de urgência Yama Higa acompanharam a visita.
“Muito diferente. Hoje você já vê os corredores menos lotados. Uma celeridade bem mais eficiente que na semana anterior. O corpo técnico todo presente. Conversei com os pacientes. Sala que tinha 30 pessoas, hoje, encontrei com 12. Todos com cirurgia marcada, já em jejum. Um ambiente absolutamente muito diferente do que há 7 dias”, enfatizou.
Para o secretário de Saúde Marcelo Vilela a gestão das vagas é um problema. “Esse é o grande problema em Campo grande, gestão de vagas. Faltam leitos? Faltam leitos! Mas, ao mesmo tempo, faltam algumas estratégias da gestão de vagas que vai melhorar muito”, acrescentou.
A secretária-adjunta Andressa De Lucca também enfatizou a melhora na gestão dos leitos. “A gente está conseguindo dividir melhor com outras unidades esse fluxo de pacientes”, afirmou.
Marquinhos ainda pontuou ter aumentado o repasse para a Santa Casa e pagado a dívida herdade pela gestão passada. “Quando assumimos a prefeitura tinham três meses de repasse atrasado. Isso faz a diferença. O dinheiro movimenta, faz contratações”, destaca.
“Nós aumentamos para R$ 4,7 milhões por mês. Aumentamos o convênio e pedimos a contratação de mais médicos. Já começaram a contratar. Mais ortopedistas foram contratados. Toda a equipe da diretoria clínica nos atendendo com eficiência, com educação. Isso que é importante, fazer o melhor para as pessoas”, frisou o prefeito.
Quanto à falta der alguns medicamentos, ele revelou que as licitações já estão sendo feitas e em breve haverá uma solução para este problema. “Estamos em busca da compra de medicamentos que exige uma formalidade, não é nada automático, de imediato, por ser administração pública, e estamos nos esforçando, eu acredito que em um breve espaço de tempo vamos colocar as coisas em ordem”, finalizou.
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