Iniciaram oficialmente na manhã desta segunda-feira (4), as obras do Reviva Campo Grande. O prefeito Marquinhos Trad esteve no canteiro de obras para verificar o andamento dos serviços.
Inicialmente, a prefeitura havia previsto fechar as vias por completo e fazer todo o trabalho de cada quadra de uma vez, e depois seguir para outra quadra. Mas depois de diálogo com moradores e comerciantes, optou-se por fechar apenas um lado da via por vez e fazer o serviço por partes, para que se mantenha a circulação e o comércio funcionando.
Etapas
Nesta primeira etapa, será executada a rede de esgoto na calçada da rua 14 de Julho, entre a Fernando Corrêa da Costa e a 7 de Setembro. Os trabalhos serão feitos quadra a quadra, sem o fechamento total das vias e do comércio.
“Começamos a primeira etapa nesta quadra, que quase não há comércio e não há residência, para vermos como vai ser e passarmos para as etapas subsequentes. Queremos causar o menor transtorno possível. Estamos fazendo o trabalho de um lado da quadra e deixando o outro aberto para a circulação dos pedestres. O acesso ao local dos comércios não será afetado. Sempre haverá um caminho deixado pela empreiteira”, frisou Marquinhos Trad.
O prefeito ainda explicou que projeto é o mais moderno possível e a exigência foi primeiro trocar a rede de esgoto, que é muito antiga. “A que existe aqui é de mais ou menos uns 90 anos. As manilhas são de barro, e a exigência do projeto é que elas sejam trocadas por materiais de alta tecnologia”, disse Trad.
Finalizada a parte de esgoto, e toda infraestrutura da calçada, será feita a requalificação da mesma e, por último, o acabamento. No meio da via envolve as drenagens, o enterramento de toda a cabeação de energia e telecomunicação, bem como a rede de água.
Serão cerca de dois meses de trabalho para finalizar cada quadra. O cronograma é terminar todo o projeto em 20 meses. Entretanto, nas datas festivas, haverá uma pausa nas escavações e serviços mais sujos, para não atrapalhar o comércio.
“O trabalho começa aqui na Fernando Corrêa da Costa e deve chegar na Afonso Pena até o final do ano. A obra reduz , principalmente, os serviços de escavação, que geram maior sujeira e impacto, para permitir que os comerciantes permaneçam abertos e interfira o mínimo possível nas datas festivas, principalmente no Natal, que é o maior volume de vendas”, explicou Catiana Sabadin, diretora-executiva de Planejamento e Gestão Estratégica
As obras retornaram ao ritmo normal somente após o período de chuva, entre o fim de fevereiro e inicio de março.
Segundo Catiana, depois do fim das obras na 14, as intervenções começam nas ruas transversais, Padre João Crippa, Calógeras, Fernando Corrêa e a Mato Grosso. “Nestas vias será feita a recomposição de pavimento, calçadas, acessibilidade, paisagismo, novo mobiliário urbano e iluminação pública”, finalizou.
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