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Esperando pela cirurgia da mãe, filho "acampa" em estacionamento do HR

"A cada dia que passa minha mãe vai enfraquecendo, ela não tem tempo de ficar esperando", relata o filho

31 janeiro 2019 - 18h13Marcos Tenório    atualizado em 31/01/2019 às 18h36

O motorista Lucileide Oliveira Gomes, 41 anos, junto com a sua esposa Flaviana Rodrigues da Silva Gomes, 38 Anos, vieram de Chapadão do Sul, e resolveram instalar uma rede no estacionamento do Hospital Regional em Campo Grande, para esperar que seja feita a cirurgia de sua mãe, uma idosa de 70 anos que está internada na unidade há mais de um mês, após sofrer ataque cardíaco.

Dona Onorina de Jesus Gomes está em estado grave e precisa, urgentemente, realizar uma cirurgia no coração, ela já foi informada pelo filho que o procedimento tem 50% de chances de dar certo e mesmo assim quer realizar a cirurgia.

Lucileide está no local desde o dia 10 de janeiro, quando veio ficar no lugar do seu irmão, e desde então já são 21 dias no local sem nenhuma resposta por parte do hospital, e no dia 9 de fevereiro tem que voltar a trabalhar.

“Minha mãe infartou dia 21 de dezembro, e desde então ela está internada aqui no Hospital Regional, o estado de saúde dela é grave, por isso ela está na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI)”, ressaltou Lucileide

Desde então ele tem tentado resolver a situação da sua mãe, Lucileide informou que conversou com o diretor administrativo do hospital na última quarta-feira (23), e foi informado que não tinha material para realizar a cirurgia, e dentro de 15 dias chegaria e assim teria como realizar o procedimento, mas na última terça-feira (29) conversou novamente com o diretor, que disse a mesma coisa. O motorista relatou que ficou sem uma resposta definitiva.

"A cada dia que passa minha mãe vai enfraquecendo, ela não tem tempo de ficar esperando", ressalta Lucileide.

Flaviana disse que já foram atrás da Defensoria Pública, mas precisam levar um laudo para que possam dar entrada nos procedimento para que possa autorizar a cirurgia, mas os papeis não foram entregues pelo médico responsável.

A esposa de Lucileide vai voltar amanhã (1°) com seu filho para Chapadão do Sul e ele ficará até que sua mãe seja operada e receba alta médica. Durante o dia, ele passa na rede, esticada no local e à noite dorme na caminhonete.

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