Durante reunião realizada no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande, o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiems), Sérgio Longen, e o presidente da Companhia de Gás Natural de Mato Grosso do Sul (MSGás), Rudel Espíndola Trindade Júnior, alinharam a possibilidade de parceria para projeto de fornecimento de energia para as indústrias do estado.
O encontro contou ainda com a participação do presidente do Conselho Temático Permanente de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (CDTI) da Fiems, Luiz Cláudio Sabedotti Fornari, do diretor-regional do Senai, Rodolpho Caesar Mangialardo, e do diretor-corporativo da Fiems, Cláudio Alves.
Segundo Sérgio Longen, é necessário avaliar o mercado para garantir mais competitividade às empresas que têm a necessidade de avançar com relação a novas formas de obtenção de energia. “Gás natural é algo que temos em Mato Grosso do Sul e precisamos dar a competitividade necessária a esse produto. Entendemos que utilizar o gás natural como fonte geradora de energia é uma demanda importante e a nossa intenção é criar um sistema híbrido utilizando energia eólica, fotovoltaica e geradores movidos a gás natural”, afirmou.
Rudel Trindade destacou que o encontro tratou de projetos importantes desenvolvidos pela Fiems com relação a novos modelos de comercialização de energia, como a fotovoltaica e a eólica, e o gás natural ocupa parte importante nesse segmento. “O gás entra como um ponto de estabilidade para essa geração. Ampliamos nossa discussão para outros pontos, como a troca de geradores movidos a óleo diesel por geradores a gás natural, gerando uma economia e energia a ser comercializada. Além disso, ficamos de trabalhar uma tarifa de gás mais competitiva”, considerou.
Na avaliação de Luiz Cláudio Sabedotti Fornari, atualmente há uma necessidade de se investir em novas fontes de energia. “Hoje existe uma preocupação muito grande com a possibilidade de falta de energia no País e essa reunião discutiu a criação de um projeto consistente e viável de produção e comercialização de energia. Vemos que a alternativa mais viável quando se produz energia é um sistema híbrido, quando uma fonte completa outra. A energia fotovoltaica só é produzida quando existe sol e a eólica só quando há vento, então é preciso completar esse espaço em que não é produzida energia e, sem dúvida, a opção mais limpa, mais rápida e mais eficiente do ponto de vista técnico é o gás natural”, ressaltou.
Já Rodolpho Caesar Mangialardo explicou que a Fiems tem um projeto de fornecimento de energia com menores custos para as indústrias do Estado. “Uma dessas energias pode ser oriunda do gás natural e, por isso, essa reunião com a MSGás, que se comprometeu a buscar alternativas para redução do preço. Também discutimos a oportunidade de utilizar geradores movidos a gás natural, que tem menor custo e maior eficiência”, disse.
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Sérgio Longen e Rudel Espíndola Trindade Júnior (Divulgação)


