Uma organização criminoza que aplicava golpes em investimentos relacionados a exploração de mina de ouro, é alvo da Operação Ouro de Ofir, deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã desta terça-feira (21).
Com 19 mandados judiciais, a PF cumpriu 11 mandados de busca e apreensão, 4 mandados de prisão temporária e 4 mandados de condução coercitiva em Campo Grande, Terenos, Goiânia e Brasília.
De acordo com a PF, a ação da quadrilha se baseado na existência de uma suposta mina de ouro que foi explorada há muito tempo e cujos valores oriundos das comissões para a revenda estariam sendo repatriados e cedidos, vendidos ou até mesmo doados a terceiros, mediante pagamentos.
Outra golpe aplicado pela organização criminosa é a promessa de liberação de uma antiga Letra do Tesouro Nacional – LTN.
Os investidores eram induzidos a depositar quantias para ter uma lucratividade de mais de 1.000% (algo desproporcional e insustentável financeiramente). Também eram falsificados documentos de instituições públicas federais na tentativa de oferecer credibilidade ao que era repassado às vítimas.
Ouro de Ofir
O nome da Operação Ouro de Ofir é baseado em uma cidade mitológica da qual seria proveniente um ouro de maior qualidade e beleza. Tal cidade nunca foi localizada e nem o metal precioso dela oriundo.
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