A venda do chamado "boi em pé", ou seja, vivo para outros estados deverá ser facilitada pelo governo de MS. A medida deverá reduzir a alíquota hoje em 12% e tentar dar um novo incremento a pecuária estadual, bastante abalada pela crise do JBS.
Desde as denúncias dos irmãos Joesley e Wesley Batista, que colocaram o frigorífico no centro da crise política, que a operação das unidades do grupo está abalada. Escala de abate reduzida, desconfiança do produtor em não receber no vencimento, e para piorar nem mesmo o banco do grupo o "Original", que descontava as promissórias dadas aos pecuaristas, quer mais os papéis, ou seja, aos pecuaristas restou rezar e perder o sono, a espera do vencimento.
Para ajudar a resolver essa situação, a secretária de fazenda estuda um pleito da FAMASUL e ACRISSUL, que quer que o imposto pago em transações interestaduais para animais vivos seja menor, abrindo uma nova perspectiva a esse mercado e livrando os fazendeiros do estado da possibilidade de calote do JBS, algo que vem assustando o setor.
O secretário de fazenda Marcio Monteiro, confirmou que as tratativas existem e que em audiência solicitada pela FAMASUL ao governador Reinaldo Azambuja o assunto pode ter uma solução definitiva. Monteiro desconversou sobre o novo percentual, mas fontes da secretaria apontaram uma redução pela metade, ou seja, para 6% como um número factível.
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