Os médicos da Prefeitura iniciaram na manhã desta segunda-feira (26) uma greve geral para reivindicar reajuste salarial. Conforme o Procurador Geral do Município, Alexandre Ávalo, essa paralisação é ilegal e afronta uma ordem judicial. Mesmo com a ilegalidade da greve e multa de R$ 10 mil ao dia, o presidente do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul (Sinmed-MS), Flávio Freitas Barbosa, manteve o ato.
“O salário dos médicos não está atrasado, portanto eles não deveriam paralisar. Isso é uma dos motivos da ilegalidade. Além de que isso causa um transtorno á população, uma vez que este serviço é essencial”, explicou o procurador do Município.
“Não teve um esgotamento das conversas ou negociações. Então a classe está descumprindo uma ação judicial, já não é mais só uma decisão Municipal e sim Judicial”, acrescentou.
Ainda de acordo com o Ávalo, antes de qualquer atitude o município irá avaliar a greve e se constatar que realmente os médicos estão descumprindo a ordem judicial, uma atitude técnica será tomada e assim a administração municipal deverá novamente recorrer a justiça.
Suspensão
A Justiça acatou a solicitação da Procuradoria Geral do Município, alegando que o Sindicato dos Médicos decidiu entrar em greve sem que as negociações fossem esgotadas e com salário da categoria em dia. A multa para o descumprimento da decisão é de R$ 10 mil por dia.
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