O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), Mansour Elias Karmouche, afirmou nesta terça-feira (29), que os manifestantes devem respeitar o direito de ir e vir de todos.
Em entrevista ao JD1 Notícias, Mansour afirmou que a OAB/MS não é contra a greve dos caminhoneiros, mas ressaltou que o movimento perde a legitimidade quando serviços essenciais à população começam a faltar.
“O direito dos grevistas acaba quando ocorre suspensão de cirurgias, atendimentos médicos, falta de alimentos, mortes de animais por inanição e mau acondicionamento, entre outros serviços, que o povo precisa”, disse.
Consequências da greve no setor jurídico
Nesta semana, após pedido da Seccional, Tribunais de MS suspenderam prazos, audiências e sessões em todo o estado. Ainda devido à paralisação dos caminhoneiros, a data de aplicação da prova da 2ª fase do XXV Exame de Ordem Unificado foi transferida e acarretou em mudanças em todo o cronograma de eventos.
Reunião de emergência
Na segunda-feira (28), a OAB/MS participou junto com a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (Fiems), Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), e outras entidades de movimento para a diminuição de impostos.
Kamourche adiantou que esteve nesta tarde com o governador Reinaldo Azambuja. “O governador se comprometeu a reduzir o ICMS de 17% para 12%, desde que a greve seja encerrada”, finalizou.
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