O inquérito policial que apura o assassinato do empresário Adriano Correia no dia 31 de dezembro, concluiu que o policial rodoviário federal Ricardo Moon cometeu homicídio doloso e duas tentativas de homicídio.
“Pelos vídeos que foram levantados, houve um fechamento no trânsito, mas não dá para identificar um atropelamento e pelo informado e levantado pela polícia Ricardo estaria em alta velocidade e a vítima não conseguiu enxergar o carro se aproximando. A versão dele ainda é de legítima defesa, mas não concluímos isso e sim homicídio”, afirmou a delegada responsável pelo caso Daniela Kades em coletiva na sede da Polícia Civil nesta manhã (17).
Foram ouvidas 15 testemunhas entre autor, duas vítimas, testemunhas que estavam no velório. Um mototaxista foi ouvido e que acompanhou a ocorrência. “Para concluir qual das versões reforçamos que é preciso aguardar provas. O autor segue preso no Garras e concluímos pelo homicídio doloso e duas tentativas de homício”, afirmou ela, explicando que no total foram vinte oitivas.
Segundo a delegada também foi periciado o asfalto no local e não havia um buraco, não lá. Além disso, o laudo de necropsia encontrou sete balas no corpo do empresário. O modelo da arma tem capacidade para 11 tiros, sendo sete encontradas no corpo. Foram baleados também outras duas pessoas que estavam na caminhonete.
Foram três ligações feitas a Polícia Militar. A primeira a Polícia de Trânsito, pois ele achava que Adriano estaria bêbado e a primeira foi às 5h50 da manhã e ele pedia para ninguém descer do carro. “Acredito que ele estava falando que ia mostrar a sua funcional, mas não houve uma discussão nem briga, segundo a degravação”, contou ela afirmando que o policial pediu para não descer do carro.
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