Conforme os números da Santa Casa, de 1º de janeiro até a última terça-feira (30) 1857 pessoas foram atendidas no hospital vítimas de acidentes como motocicleta. Em média são 12 acidentados todos os dias. No mesmo período do ano passado esse número chegou a 1908 motociclistas. Mesmo com a campanha do “Maio Amarelo”, alguns condutores não tomam os cuidados necessários e Campo Grande registrou em menos de uma semana pelo menos quatro mortes.
O primeiro acidente fatal aconteceu na última quinta-feira (25) no cruzamento das ruas Nhambiquara com a Visconde de Suassuna, no Jardim Tijuca, região oeste de Campo Grande. De acordo com as testemunhas, a vítima, Valdir Ferrari, de 57 anos colidiu com o veículo Renault conduzido por Pedro Marcolino, 43. Conforme o boletim de ocorrência, o motorista do carro invadiu a preferencial.
Na mesma região, no sábado (27), Daniel da Costa Júnior, de 22 anos, morreu depois de bater no muro de uma residência localizada no cruzamento das ruas Diogo Alvares e Panambi Vera. O jovem pilotava uma moto Honda XRE 300 e conforme moradores chovia muito na hora do acidente. Conforme o registro policial, a rua molhada pode ter contribuído com a morte do rapaz.
Na terça-feira (30), o estudante de direito, Felipe Mateus, 19, perdeu o controle de sua moto quando passava pela Avenida Tamandaré e foi parar debaixo de um ônibus biarticulado do transporte coletivo. Ele foi levado à Santa Casa com vida, mas não resistiu e morreu horas depois.
A quarta morte foi registrada na manhã desta quarta-feira (31). Uesley Frank Moesch, de 45 anos, morreu após bater a motocicleta na traseira de um ônibus. De acordo com testemunhas, Uesley estava em alta velocidade quando bateu no coletivo que estava parado em um ponto na Avenida Mato Grosso, próximo ao Parque dos Poderes. O Corpo de Bombeiro e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados, mas a vítima morreu no local.
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