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Mercenários estavam entre o público da maratona de Boston, afirma site

24 abril 2013 - 10h29Reprodução

O site americano Natural News confirmou que ao menos 5 militares terceirizados (mercenários) estavam operando na cena do crime na maratona de Boston e todos carregavam mochilas pretas semelhantes às usadas para carregar as panelas de pressão com bombas.

As autoridades locais não mencionaram a participação desses mercenários em operações no local onde explodiram as bombas. Mídias alternativas e testemunhas é que começaram a questionar a versão oficial patrocinada pelo governo americano.

Muitos usuários de sites como o 4chan têm postado fotografias (vazadas ou retiradas do serviço público) que evidenciam a ação desses mercenários durante a maratona. As autoridades têm se negado, porém, a responder o que esses mercenários faziam na cena do atentado.

O problema é que mercenários não trabalham de graça, não são 'voluntários'. Isso significa que é provável que alguém os pagou para estarem ali. O editor do site Natural News faz as perguntas que milhares de estadunidenses estão fazendo hoje: "Quem pagou a Craft (empresa apontada pelo site como origem dos suspeitos identificados nas imagens) para ir à maratona? E qual era a sua missão? Por que sua presença na maratona de Boston está sendo ignorada? Por que essas pessoas de interesse não estão sob investigação?", diz Mike Adams.

"O fato de que a mídia se recusa mesmo a reconhecer a existência de tais mercenários é auto-evidente", diz Adams, criticando a cobertura que tem sido feita pela mídia tradicional americana, que não tem feito levantado suspeita sobre a culpabilidade dos dois acusados do atentado, Tamerlan e Djokhar Tsarnaev.

Outro fato que tem levantado a suspeita dos estadunidenses sobre a versão oficial é um vídeo que mostra o suspeito Tamerlan Tsarnaev, que chegou morto ao hospital, ser levado andando e entrando num carro de polícia. O jovem estava completamente nu.

Uma testemunha conta que ouviu os policias pedindo que ele se despisse para verificar a existência de alguma bomba junto ao corpo e que, depois de 10 minutos, o suspeito teria sido retirado do carro por agentes do FBI para que fosse fotografado.

Depois disso, o suspeito aparece morto no hospital com ferimentos típicos de alguém exposto à explosão de uma bomba. A mídia tradicional reafirma a versão da polícia de que ele morreu "numa troca de tiros com os policiais".

Mídias independentes entrevistaram familiares de Tamerlan, que afirmaram que o jovem nu levado pela polícia era, de fato, o jovem tchetcheno. Em um vídeo levado ao ar por um jornalista canadense, uma tia dos suspeitos que vive no Canadá afirma que o homem nu levado para dentro do carro da polícia é 100% o seu sobrinho. "Por que o FBI não me pediu para verificar isso?", questiona ela.

Via Portal Vermelho com informações do Brasil de Fato

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