O Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso do Sul (MPT/MS) entrou com um pedido para bloqueio imediato de bens da Santa Casa de Campo Grande e do presidente da Instituição, Esacheu Cipriano Nascimento.
O pedido foi protocolado na 3ª Vara do Trabalho, na tarde desta terça-feira (19), depois do comunicado da greve dos médicos do Hospital, que estão com o salário atrasado há duas semanas.
A greve foi decidida pelo Sindicado dos Médicos do Mato Grosso do Sul (SINMED/MS) na noite da última segunda-feira (18) e teve início na noite de ontem. De acordo com o sindicato a paralisação deve acabar quando os trabalhadores receberem o salário.
O procurador do trabalho Paulo Douglas Almeida de Moraes sustenta que o bloqueio de bens é necessário tendo em vista que “é latente a lesão aos trabalhadores da requerida que já suportam há treze dias o atraso em seus pagamentos devidos neste mês, bem como sucessivos atrasos em competências pretéritas”.
A assessoria da Santa Casa informou que não houve repasse por parte da prefeitura neste mês. A verba é repassada para o Hospital entre o dia 12 e o dia 15 de cada mês.
Já a Prefeitura informou que foram repassados cerca de R$12 milhões. A prefeitura ainda informou que na tarde de ontem oi autorizado o pagamento de mais R$2,3 milhões, totalizando R$14,3 milhões, faltando agora apenas a parte do Estado no contrato que é cerca de R$2 milhões.
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