Com 200 homens na fiscalização durante a Operação Corpus Christi, a Polícia Militar Ambiental (PMA), autuou 12 pessoas, apreendeu armas e aplicou 15 multas.
A operação começou na quarta-feira (14), e terminou nesta segunda-feira (19), com o objetivo de colocar efetivo nos rios, em barreiras nas estradas, fiscalizações em propriedades rurais, em locais de belezas naturais de prática de turismo e outras variáveis de interesse ambiental, para prevenir e combater infrações e crimes que pudessem degradar esses recursos naturais.
As 25 subunidades da PMA intensificaram a fiscalização em suas respectivas áreas, colocando inclusive, o efetivo administrativo a campo. A sede (Campo Grande) atuou com três equipes itinerantes, que trabalharam na região de Corumbá, na fronteira com Paraguai e Bolívia, e cobrindo a região do rio Aquidauana, de Corguinho (MS) ao Distrito de Camisão, em Aquidauana.
Houve 12 autuações contra 13 na operação passada. Das 12 ocorrências, 7 (sete) foram por pesca, sendo duas pessoas presas por pesca predatória e 5 (cinco) foram por pesca sem licença, o que não é crime. As demais infrações foram: uma por transporte ilegal de madeira; uma por caça ilegal, duas por desmatamento e uma por transporte de produto perigoso (GLP) ilegalmente.
Foram apreendidos 22 kg de pescado contra 27 kg durante a última operação. Com relação ao número de petrechos proibidos apreendidos houve aumento na apreensão de redes e de anzóis de galho, porém, dentro do que se apreende normalmente durante as operações em feriados prolongados. A PMA verificou pouca quantidade de pescadores nos rios do Estado.
Os valores em multas foram inferiores à operação anterior. Foram 15.060,00 contra R$ 42.350,00 da operação passada.
Com relação a crimes de natureza diferente à ambiental, houve a prisão de duas pessoas por porte e posse ilegal de arma.
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