Governador Eduardo Riedel atende a imprensa em solenidade do Dia da Independência (Sarah Chaves/JD1)Diante de possíveis soluções para a BR-163, sob concessão da CCR MSVia, o Governador se reuniu ontem (6) com a concessionária e a direção da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), para exigir melhorias e afirmou ao JD1 Notícias nesta manhã, que duplicação pode começar no próximo ano.
Durante solenidade do desfile cívico-militar em Campo Grande, em comemoração ao Dia da Independência, Riedel respondeu a pergunta do JD1, sobre quais melhorias poderia garantir para a rodovia.
O governador detalhou o plano que inclui quase 190km de duplicação. “O projeto tem mais de 170 km de terceira faixa, oito cidades com dispositivo de acesso e pista lateral, 12km de pistas laterais nas cidades e nas travessias, além de implantação de passarelas”.
São R$ 12 bilhões em investimento, conforme Riedel, do total, R$ 3 bilhões devem ser injetados nos próximos três anos, já com a manutenção do pedágio em 2024. “Se o Tribunal de Contas da União (TCU), aprovar esse projeto, 1° de janeiro de 2024 a MSVia começa a trabalhar na duplicação da BR-163”, concluiu.
Reunião
Na quarta-feira (06), o governador do Estado de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, se reuniu com representantes da CCR MSVia e da direção da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), para discutir possíveis soluções para a BR-163, que atenda os interesses dos municípios e motoristas que trafegam pela rodovia.
Na reunião de ontem, Riedel exigiu o congelamento do valor do pedágio e grandes investimentos no trecho. Além disso, a concessionária deve ter sua concessão alongada por mais 15 anos, com uma série de obrigações a cumprir. A proposta enviada pelo Ministério dos Transportes, já tem o aval do Governo do Estado e agora segue para avaliação do TCU (Tribunal de Contas da União).
O secretário de Infraestrutura e Logística, Hélio Peluffo, afirmou ontem que a CCR ainda tinha 20 anos de contrato de concessão e neste novo modelo vai estender este prazo por mais 15 anos. O diretor-geral da ANTT, Rafael Vitale, disse que a alternativa que segue em curso tem como objetivo retomar os investimentos na rodovia o mais breve possível.
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