Luiz Alves Martins Filho, o "Nando", foi condenado nesta sexta-feira (29), a 18 anos e três meses de prisão em regime fechado, pelo assassinato de "Café" – que até hoje não teve a identidade revelada. O crime aconteceu em 2016, em Campo Grande. Na época, foi descoberto também que ele teria matado outras 15 pessoas e enterrado em um cemitério “particular” no bairro Danúbio Azul.
O julgamento ocorreu por videoconferência, pois o réu foi diagnosticado com tuberculose. O assassinato ocorreu há cerca dois anos, quando o "serial killer" resolveu atrair "Café" para o bairro Jardim Veraneio, onde o estrangulou com uma corda, o espancou e ainda desferiu golpes de faca na vítima.
Após constatar o óbito, "Nando", com a ajuda de Jean Marlon Dias Domingues, 21 anos e Michel Henrique Vilela Vieira, 22 anos, enterrou o corpo de "Café", de ponta cabeça em seu cemitério “particular”. O motivo do crime seria uma dívida de R$ 170,00 com "Nando".
Jean Marlon também foi julgado nesta sexta-feira e terá que cumprir a pena de 15 anos e seis meses de prisão. Ambos foram condenados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
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