Após o jornalista do JD1 Notícias, Vinícius Santos, ser alvo de Boletim de Ocorrência (nº 253/2025) por publicar reportagem sobre uma investigação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) envolvendo a Fundação de Rotarianos de Mato Grosso do Sul, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (Sindjor-MS) veio a público manifestar veemente repúdio ao que classificou como uma tentativa descabida de intimidação e criminalização do exercício jornalístico contra o repórter e filiado da entidade.
O Sindicato dos Jornalistas destacou que “é imperativo esclarecer que a reportagem assinada por Vinícius dos Santos não traz ilações ou opiniões pessoais, estando embasada em documentos oficiais”. A entidade também ressaltou que o repórter cumpriu o dever jornalístico de buscar e ouvir o outro lado, respeitando os princípios éticos da profissão.
Veja:
"O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (Sindjor-MS) vem a público manifestar seu veemente repúdio à descabida tentativa de intimidação e criminalização do exercício jornalístico sofrida pelo repórter e filiado Vinícius Santos, do portal JD1 Notícias.
O jornalista é alvo de um Boletim de Ocorrência (nº 253/2025) registrado pelo presidente do Conselho Diretor da Fundação dos Rotarianos de Mato Grosso do Sul, Sr. José Luiz Kreutz, que o acusa infundadamente de calúnia e difamação. A queixa-crime foi motivada pela publicação da reportagem intitulada "Denúncia no Ministério Público aponta possível corrupção na Fundação de Rotarianos em Campo Grande".
É imperativo esclarecer que a reportagem assinada por Vinícius Santos não traz ilações ou opiniões pessoais, mas é embasada em documentos oficiais. O texto jornalístico limitou-se a dar publicidade à instauração da Notícia de Fato nº 01.2025.00013496-0, em trâmite na 49ª Promotoria de Justiça de Campo Grande (MPMS), que apura denúncias de irregularidades administrativas, financeiras e patrimoniais no âmbito da referida Fundação.
O repórter cumpriu o seu dever de ouvir o outro lado. Procurado antes da publicação, o presidente da entidade limitou-se a informar que não iria se manifestar no momento e que aguardava ser intimado, resposta que foi devidamente registrada na matéria.
A atitude do presidente da Fundação em acionar a Polícia Civil contra o repórter configura uma clara tentativa de assédio judicial e censura. É inaceitável que autoridades ou dirigentes de instituições utilizem o aparato de segurança pública para tentar calar o trabalho jornalístico e esconder da sociedade fatos que já estão sob o escrutínio do Ministério Público Estadual.
O Sindjor-MS reitera que o jornalismo e a cobertura de investigações oficiais são pilares de uma sociedade democrática. Informar a população sobre o destino de verbas públicas e doações institucionais não é crime, é uma prerrogativa constitucional e um dever cívico da imprensa.
Expressamos nossa irrestrita e total solidariedade ao jornalista Vinícius Santos. O Sindjor-MS acompanhará o caso de perto, prestando o amparo institucional e jurídico necessário ao seu filiado, e não aceitará passivamente qualquer manobra que vise silenciar os profissionais de imprensa em Mato Grosso do Sul.
Calar o jornalismo é calar a própria sociedade.
Diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul"
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