Depois de suspender a votação sobre o cessar-fogo com o Hamas, na manhã de quinta-feira (16), o gabinete do primeiro-ministro israelense confirmou que um acordo foi fechado com o Hamas para libertar os reféns mantidos em Gaza
Mais cedo nesta quinta-feira (16), o premiê Benjamin Netanyahu disse que não comentaria até que todos os detalhes fossem finalizados.
O acordo, anunciado pelos mediadores Qatar, Estados Unidos e Egito na quarta-feira (15), estabelecia uma pausa nos combates em Gaza e levaria à libertação gradual de reféns e prisioneiros palestinos.
Uma reunião sobre o acordo foi convocada nesta sexta-feira (17) no gabinete de segurança de Israel. Após as deliberações, o governo também deve fazer uma votação para a aprovação do tratado.
“O Estado de Israel está comprometido em atingir todos os objetivos da guerra, incluindo o retorno de todos os nossos reféns — vivos e mortos”
Conflito na Faixa de Gaza
Os conflitos com ataques aéreos tiveram início após o Hamas ter invadido o país e matado 1.200 pessoas, em outubro de 2023, segundo contagens israelenses
O Hamas não reconhece Israel como um Estado e reivindica o território israelense para a Palestina.
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Benjamin Netanyahu (Reuters)


