Em uma segunda tentativa, na noite de ontem (14), no horário do Brasil, investigadores conseguiram cumprir o mandado de prisão em desfavor do presidente afastado da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, deverá ficar em uma cela solitária no Centro de Detenção de Seul.
Os investigadores tentaram prender Yoon pela primeira vez no dia 3 de janeiro. Naquele dia, os agentes foram impedidos de entrar na casa do presidente por seguranças e guardas militares, além de apoiadores.
Desta vez, os investigadores fecharam um acordo com os guardas presidenciais, mesmo assim cerca de 6.500 apoiadores de Yoon se posicionaram na frente da casa do presidente afastado para dificultar a operação.
As autoridades começaram a avançar aos poucos nos arredores da residência de Yoon, até conseguirem entrar no imóvel. Os advogados do presidente afastado tentaram uma negociação, mas os investigadores sul-coreanos disseram que iriam cumprir o mandado.
A prisão ocorre no âmbito da investigação que apura acusações de insurreição, após ter decretado em dezembro uma lei marcial para restringir direitos civis.
Segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap, depois de ser preso, Yoon foi submetido a uma primeira rodada de interrogatório em um questionário de mais de 200 páginas para o presidente, que, além de permanecer em silêncio, não permitiu a gravação.
As instalações usadas para o interrogatório incluem uma área de descanso com um sofá para acomodar Yoon, informou a agência Yonhap.
As autoridades têm 48 horas para interrogá-lo. Após isso, deverão solicitar um mandado de prisão para detê-lo por até 20 dias ou liberá-lo. Durante a custódia, Yoon será mantido no Centro de Detenção de Seul — que não é o mesmo local do interrogatório. O local é maior e mais bem equipado do que as celas padrão, de 6,5 metros quadrados.
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