Alegando condição precária de numeração dos domicílios e logradouros da cidade, a Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul conseguiu a condenação do Município de Campo Grande para garantir a correta numeração dos imóveis nos bairros Jardim Noroeste e Nova Lima.
O defensor público Amarildo Cabral, titular da 40ª Defensoria Pública de Varas de Direitos Difusos Coletivos e Individuais Homogêneos, que a numeração é maior a deficiência nos dois bairros, onde o serviço de correspondência sofre extremo prejuízo. “Houve essa reclamação de numeração errada e propomos a ação. Assim que saiu a liminar, o Município mandou numerar, mas colocaram uma placa de papel nos postes, a qual deteriorou muito rápido. Então gradualmente vamos melhorando a vida de assistidas e assistidos porque realmente não tem placa de rua e as numerações são erradas”, pontua o defensor.
Na inicial, a Defensoria também pediu indenização por danos morais coletivos no valor estimado em mais de R$ 400 mil, no entanto, pedido não foi julgado procedente.
O juízo julgou procedente parte dos pedidos formulados e condenou o município a dar início aos trabalhos de fiscalização da correta numeração dos imóveis situados nos bairros Jardim Noroeste e Nova Lima, bem como a promover a instalação de placas de identificação nas ruas onde os nomes inexistem.
JD1 No Celular
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 e acompanhe em tempo real todas as notícias. Para baixar no IOS, clique aqui. E aqui para Android.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Justiça do Trabalho registra aumento nos processos por assédio moral e sexual em MS

Homem que matou padrasto para defender a mãe pega 5 anos de prisão em Campo Grande

Condenado por estuprar enteada tem pena diminuÃda em MS

Justiça nega liberdade a homem que matou Edson a tiros em conveniência de Campo Grande

Juiz proÃbe técnico em optometria de atuar sem médico e multa pode chegar a R$ 100 mil

Policiais presos em cadeia na Capital enfrentam riscos em contato com detentos comuns

Homem que matou o padrasto a facadas em Campo Grande enfrenta júri popular

Homem é condenado a 20 anos por tentativa de feminicÃdio em Rio Brilhante

Justiça nega medida protetiva a menina que denunciou estupro de pastor em Campo Grande


Defensor público Amarildo Cabral, titular da 40ª Defensoria Pública de Varas de Direitos Difusos Coletivos e Individuais Homogêneos (Divulgação/Defensoria)



