O empresário Jamil Name, acusado de chefiar uma milícia no Estado, teve mais uma derrota no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS). Desta vez, o empresário queria pegar “carona” em decisão que soltou, em 29 de maio de 2020, o hacker, Eurico dos Santos Mota.
No pedido, os advogados postulavam a extensão dos efeitos da revogação da prisão preventiva concedida a Eurico em maio. Eurico foi apontado como o hacker contrarado para rastrear o capitão Paulo Roberto Teixeira Xavier, pai de Matheus Xavier, executado por engano em Campo Grande.
Entre os argumentos, os advogados sustentaram que, pelo fato de já tiverem sido feitas as oitivas das testemunhas, “o que representa o encerramento da instrução restando apenas o interrogatório dos acusados”, seria o suficiente para afastar a necessidade do cárcere. “Foi concedida a liberdade para o coacusado Eurico; a gravidade abstrata do delito não justifica a prisão”, consta no documento.
O pedido foi negado pelo juiz de direito Aluizio Pereira dos Santos.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Condenado por atacar ex-governador, Tiago Vargas vai usar tornozeleira e chora em vídeo

Justiça condena homem a 14 anos de prisão por matar padrasto a tiros em Campo Grande

Juiz nega soltar sargento da PMMS envolvido em ocorrência com morte na Capital

Justiça de MS condena empresa a indenizar trabalhadora por assédio moral

Justiça obriga prefeitura de Camapuã a oferecer transporte escolar a criança da zona rural

MPMS defende bloqueio de R$ 12 milhões para assegurar atendimento digno na Santa Casa

Universidade leva atendimento jurídico gratuito ao Pátio Central nesta quinta-feira

Homem atacou companheira grávida com socos e chutes é preso em Campo Grande

Suspeito é preso com arma de fogo e drogas durante ação do GARRAS na região da Homex






