A defesa do empresário Fahd Jamil Georges, que se entregou à polícia nesta segunda-feira (19), vai tentar converter a prisão preventiva do seu cliente em domiciliar, sob o argumento do estado de saúde do “Rei da Fronteira” ser “extremamente debilitado”.
Ao JD1 Notícias, o advogado de defesa de Fahd, Gustavo Badaró, disse que vários atestados foram apresentados apontando a "saúde frágil" de seu cliente. “Vários atestados de saúde apontam estado de saúde extremamente debilitado, mas nas decisões judiciais era apontado o fato dele não ter se apresentado para cumprir a ordem de prisão como um fator impeditivo para essa concessão”, disse. Badaró acrescentou ainda que, com o passar do tempo, “houve uma piora no quadro de saúde dele [Fahd] e não teve condições de fazer tratamento adequado normal, como estava fazendo”.
A estratégia da defesa de Fahd Jamil acendeu "alerta" para soltura de Jamil Name, preso desde outubro de 2019, e que nas investigações da 3ª fase da Operação Omertà, apontam ligação com o empresário preso hoje. Ao JD1 Notícias, o filho de Jamil Name, o deputado estadual Jamilson Name, disse que se houver soltura de Fahd Jamil, por questões de saúde, seu pai também terá de ser solto. “Meu pai é mais velho que Fahd e tem muitos problemas de saúde”, disse o parlamentar. O empresário tem 80 anos.
A defesa de Jamil Name vem tentando a soltura do empresário, sem sucesso. Segundo Jamilson, dois habeas corpus tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF). Em tentativas anteriores, defesa de Jamil já apresentou à Justiça, laudos que apontam quatro doenças graves que se agravariam com a permanência no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), com o objetivo de converter a prisão preventiva em domiciliar.
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