O deputado estadual Jamilson Name, investigado por integrar uma organização criminosa em Mato Grosso do Sul deverá usar tornozeleira eletrônica. Isso porque, o juiz Roberto Filho acatou o pedido do Ministério Público, que solicitou a colocação imediata de monitoramento eletrônico, sem que houvesse aprovação da Assembleia Legislativa.
Para reforçar que o deputado não precisaria passar pela Assembleia para ser monitorado por tornozeleira, o MP usou o exemplo da deputada federal Flordelis, investigada por ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo. A parlamentar usa tornozeleira e não precisou de aprovação dos deputados.
Agora, caberá à Assembleia decidir apenas sobre o recolhimento noturno. Uma das medidas impostas pela Justiça.
O juiz também autorizou que o deputado mantenha contato com sua madrasta, a ex-vereadora Tereza Name e seu assessor Eronivaldo Silva Vasconcelos. O parlamentar, porém, não poderá ter contato com seu tio, o conselheiro do TCE, Jerson Domingos.
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