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Justiça

Magali Picarelli é condenada a sete anos no semiaberto

Defesa da ex-vereadora já entrou com recurso no TJMS

01 julho 2021 - 18h57Juliana Alves    atualizado em 01/07/2021 às 20h22

A ex-vereadora Magali Picarelli foi condenada a sete anos de prisão no regime semiaberto, pelo crime de peculato com agravante de organizar a cooperação no crime, nesta mesma sentença foram condenadas a nora,  ex-nora e a chefe de gabinete de Magali. Estimasse que elas desviaram R$ 54.969,18 dos cofres públicos.

Magali Marlon Picarelli foi acusada pelo Ministério Publico após investigação do Gaeco de usar de sua função pública como vereadora, no município de Campo Grande, assim como e Geiza Souza de Vasconcelos, enquanto chefe de gabinete de Magali, durante os anos de 2015 e 2016, para que com Kamila de Sousa Matos (nora de Magali) e Aline Palma Padilha (ex-nora de Magali) recebessem ilegalmente dinheiro proveniente dos cofres públicos, sem que nenhuma das duas trabalhasse para o município.

Kamila e Aline foram contratadas via instituição SELETA, para desempenharem funções de Assistente/Auxiliar Administrativa e Técnico Nível Superior na Secretaria de Assistência Social (SAS). Mas em depoimentos e em diversos documentos juntados ao processo, de acordo com a sentença, restou provado que,com a anunência de Magali e Geiza ambas dedicavam-se a atividades privadas enquanto deveriam estar cumprindo expediente no gabinete da então vereadora.

“Entende-se que as acusadas, plenamente cientes da ilicitude de suas condutas, atuaram em conluio para que, após a admissão das rés Kamila e Aline ao serviço público, pela Secretaria de Assistência Social, elas passassem a, simuladamente, desempenhar funções junto ao gabinete da acusada Magali, percebendo indevidamente remuneração por serviço público que não prestavam e que nunca pretenderam prestar” justificou a juíza Eucelia Moreira Cassal.

Kamila e Aline forma condenadas a cinco anos e seis meses de prisão, e Geiza Souza Vasconcellos foi condenada a oito anos de prisão, todas em regime semiaberto. A defesa da ex-vereadora Magali Picarelli irá recorrer da decisão no TJMS e por isso ela deverá aguardar o julgamento do recurso em liberdade.
 

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