O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, nesta quinta-feira (25) o ex-presidente e ex-senador Fernando Collor de Mello pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O caso é um desdobramento da Operação Lava Jato, e envolve Collor e outros dois réus, os empresários Luis Pereira Duarte de Amorim, administrador de empresas do ex-senador, e Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, operador particular do político.
Inicialmente, o ex-presidente foi denunciado pelo Ministério Público acusado de receber R$ 29,9 milhões em propina por negócios da BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras no ramo de venda de combustíveis. No entanto, para os ministros, o valor recebido por Collor foi de R$ 20 milhões.
A denúncia foi apresentada em 2015, e detalha que os pagamentos foram feitos entre 2010 e 2014 envolvendo negócios feitos pela empresa, que na época contava com dois diretores indicados por Collor.
O próximo passo é a definição da pena a ser aplicada, o que deve ser definido pelos ministros do Supremo ainda hoje.
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