Menu
Menu
Busca sexta, 13 de março de 2026
Sebrae Delas - Mar26
Polícia

Advogada argentina tem prisão decretada, no Rio, por injúria racial

Ela ofendeu funcionários de um bar em Ipanema

06 fevereiro 2026 - 11h39Luiz Vinicius, com informações da Agência Brasil

A Justiça do Rio aceitou a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e decretou a prisão preventiva da turista argentina e influenciadora Agostina Paez por ofensas racistas no dia 14 de janeiro último contra quatro funcionários de um bar em Ipanema, na zona sul do Rio.

A decisão é da 37ª Vara Criminal do Rio. A pedido do Ministério Público, a justiça já tinha proibido a denunciada de deixar o país, reteve seu passaporte e determinou o uso de tornozeleira eletrônica.

De acordo com a ação penal, Agostina “estava com duas amigas em um bar na Rua Vinícius de Moraes, em Ipanema, quando discordou dos valores da conta e chamou um funcionário do estabelecimento de negro, de forma ofensiva, com o propósito de discriminá-lo e inferiorizá-lo em razão de sua raça e cor”.

Mesmo após ser advertida pela vítima de que a conduta configurava crime no Brasil, a denunciada dirigiu-se à caixa do bar e a chamou de “mono” (macaco, em espanhol), além de fazer gestos simulando o animal.

Segundo a denúncia, Agostina voltou a praticar novas ofensas racistas após sair do bar. Na calçada em frente ao estabelecimento, proferiu outras expressões, emitindo ruídos e fazendo novamente gestos imitando macaco contra três funcionários do bar.

No documento, a promotoria destacou que os relatos das vítimas foram corroborados por declarações de testemunhas, imagens do circuito interno de monitoramento do bar e outros registros produzidos no momento dos fatos.

Rejeição - Também foi rejeitada “a versão apresentada pela denunciada de que os gestos teriam sido meras brincadeiras dirigidas às amigas, especialmente diante do fato de que uma das turistas tentou impedir Agostina de continuar com as ofensas, o que evidencia a consciência da acompanhante quanto à reprovabilidade da conduta”.

O crime de racismo - previsto no artigo 2º-A, caput, da Lei nº 7.716/89 - prevê pena de prisão de dois a cinco anos. 

Reportar Erro
Unimed Seu Sim Muda Tudo - Mar26

Deixe seu Comentário

Leia Também

Homem é preso após comprar ventilador furtado de creche em troca de crack
Polícia
Homem é preso após comprar ventilador furtado de creche em troca de crack
Horas após sair da prisão, homem é preso ao andar armado em Campo Grande
Polícia
Horas após sair da prisão, homem é preso ao andar armado em Campo Grande
Jovem bate no pai durante briga por wi-fi no Lageado
Polícia
Jovem bate no pai durante briga por wi-fi no Lageado
O caso foi registrado na Depac Cepol em Campo Grande
Polícia
Suspeito de matar homem por dívida de aluguel no PR é preso em ônibus na BR-163 em Campo Grande
O caso começou com uma briga
Polícia
Briga em conveniência termina com jovem esfaqueado em Corumbá
'Branquinho' foi assassinado em Ivinhema
Interior
Homem é condenado a 19 anos por matar segurança durante festa em Ivinhema
Imagem Ilustrativa
Polícia
Mulher e criança ficam feridas durante acidente em Corumbá
Caso foi registrado na delegacia de Três Lagoas
Polícia
Idosa sofre acidente e morre dias depois em Três Lagoas
Suspeito de roubo é localizado e preso após intensa operação do Choque em MS
Polícia
Suspeito de roubo é localizado e preso após intensa operação do Choque em MS
Crime aconteceu no Portal da Lagoa, em Campo Grande
Polícia
Jovem é assassinado a tiros na frente de casa em bairro de Campo Grande

Mais Lidas

Fardamento PMMS - Foto: Jonatas Bis
Justiça
Justiça condena soldado da PMMS por vídeo em rede social com piada gravada em oficina
Elizangela Arce Correa não sobreviveu ao ataque
Justiça
Assassinato brutal de mulher no Los Angeles: réus são absolvidos e crime fica impune
Drogas eram arremessadas para dentro do presídio
Polícia
Facção usava propina para arremessar drogas e celulares em presídio de Campo Grande
Mais Social é um programa para famílias em situação de vulnerabilidade
Polícia
Governo de MS investiga fraude no programa Mais Social e exonera servidora