Preso e autuado pelos crimes de terrorismo e posse e porte ilegal de arma de fogo e de uso restrito, o bolsonarista George Washington de Oliveira Sousa, de 54 anos, pode ter tido ajuda ao tentar explodir uma bomba no aeroporto de Brasília, é o que aponta investigação da Polícia Civil do Distrito Deferal.
O diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, Robson Cândido, garante que o bolsonarista preso na noite de sábado (26), quase cometeu "uma tragédia jamais vista na capital do país". O objetivo era “chamar atenção para o movimento a favor do atual presidente Jair Bolsonaro”.
O bolsonarista é um empresário do Pará que estava em Brasília para participar dos atos na porta do Quartel General do Exército. Ele foi preso por investigadores da 10ª Delegacia de Polícia, Junto dele, foram apreendidos um fuzil, duas espingardas, revolveres, mais de 1 mil munições e artefatos explosivos. Segundo a Polícia Civil, George tinha registro como Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), mas o documento estava em situação irregular. Portanto, não podia estar com o material.
A Justiça do Distrito Federal determinou ontem (25), em audiência de custódia, que George permaneça preso por tempo indeterminado. Ele foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda. A Polícia Civil afirma saber que o homem teve ajuda e atua para identificar e prender os outros envolvidos.
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