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Polícia

Desesperados, pais tentam descobrir se filhos foram vítimas de professora na Capital

Durante reunião, a instituição disse ter conhecimento sobre as agressões

12 maio 2022 - 16h24Brenda Assis
Sebrae Materia

Após denúncias de abuso e agressões contra uma professora de uma escola particular do Bairro Santa Fé, a instituição fez uma reunião de pais na tarde desta quinta-feira (12) para falar sobre o caso.

Conforme o apurado pelo JD1 Notícias, durante a conversa foi informado que a instituição sabe sobre as agressões cometidas contra duas alunas e que à época, a professora foi afastada para fazer tratamento.

"Disseram que tem as imagens dela empurrando uma das crianças e que enquanto ela fazia tratamento psicológico não deu aula", contou uma das mães que participou da reunião.

Ela relatou ainda que muitos pais estão desesperados para descobrir se o filho foi ou não vítima da professora, porém, outros estão tranquilos.

"Uma das mães começou a chorar de desespero, mas ela disse saber que a filha não foi abusada. Porque a menina contou a ela que nada aconteceu e que ficava feliz por ir à escola. Querendo ou não a gente sabe quando tem algo errado com o nosso filho", finalizou.

O caso

Uma professora de uma escola particular do Bairro Santa Fé, está sendo acusada de abusar sexualmente de seus alunos desde o ano de 2020. O caso foi denunciado pela mãe de um menino de 4 anos a DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), na manhã de quarta-feira (11), em Campo Grande. 

De acordo com o boletim de ocorrência, o menino contou a mãe que a professora estaria ‘pegando no seu Piu-Piu e no seu bumbum’ quando ainda era aluno dela. Para a polícia, a mulher contou que desde 2020 vinha tendo problemas com a professora.

Conforme ela, o menino ficava receoso, sem querer ir para a escola. Durante conversa com o setor psicossocial, ele não contou nada sobre os abusos, mas quando perguntado sobre a professora, passou a ficar retraído e não falou mais nada.

Em um segundo boletim de ocorrência, a mãe de outra aluna, de 3 anos, foi informada pela filha que a professora teria batido nela e em uma amiguinha. A criança contou que um colega de turma teria visto a agressão.

O caso agora segue sendo investigado pela DEPCA.

Sebrae Materia

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