Homem, de 36 anos, procurou a delegacia depois de sofrer preconceito por ser indígena em uma escola de Dourados. O caso teria acontecido durante a tarde de terça-feira (14).
Conforme o boletim de ocorrência, a vítima disse que estava no ginásio da escola, pois está acontecendo os jogos escolares e ele estava assistindo da arquibancada. Ao seu lado, ele acomodou o celular e um cigarro eletrônico.
Em determinado momento, ele foi abordado por um professor da escola e questionado sobre o cigarro. Os dois conversaram, onde a vítima foi orientada a não utilizar o aparelho dentro da unidade de ensino, mas como ele não estaria usando e apenas portando, não via problema em deixa-lo por ali.
Entretanto, o homem foi convidado a acompanhar o professor até a direção. Para as autoridades, ele disse não haver avisos por parte da escola sobre a proibição do aparelho.
Ele alegou ainda que a direção está tentando atrapalhar seus estudos e que está sofrendo preconceito por ser indígena.
O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do município, como injuria qualificada pela raça, cor, etnia ou origem.
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