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Polícia

Ex-capitão da PM, o 'PX', é preso durante operação do GAECO no Paraná

Paulo Roberto Teixeira Xavier é conhecido em MS por ter visto o filho morrer por engano durante uma 'briga' com a família Name

11 junho 2024 - 17h51Brenda Assis     atualizado em 11/06/2024 às 17h52

O ex-capitão da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, Paulo Roberto Teixeira Xavier, o famoso ‘PX’ que perdeu o filho, Matheus Coutinho Xavier, em 2019, durante uma ‘confusão’ com a família Name, foi preso durante uma operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado) no Paraná.

Conforme as informações iniciais, as ações do MPPR (Ministério Público do Paraná) através da Operação Money Poup, cumpriram 37 mandados de busca e apreensão, monitorações eletrônicas, recolhimentos domiciliares, proibições de acesso e frequência a determinados lugares e proibições de contato com pessoas determinadas.

Um desses mandados foi cumprido contra PX, que estava atuando como despachante no estado. Nas primeiras horas de hoje, as equipes estavam cumprindo um mandado de busca e apreensão e um de recolhimento domiciliar com monitoração eletrônica, quando ao verificar as coisas de Paulo encontrou várias munições, de calibres não divulgados. Ele acabou sendo preso em flagrante.

A operação investiga possíveis crimes de associação criminosa, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, falsificação de documento público e lavagem de bens, direitos e valores relacionados à 86ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), com sede em Sarandi.

Durante as ações, o chefe do Ciretran e um servidor público foram afastados de suas funções junto com um assessor de um vereador de Maringá.

Investigação – A investigação teve início em março de 2023, quando o Gaeco de Maringá recebeu informações sobre um possível esquema de venda de informações privilegiadas por parte de servidores do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) em favor de determinado despachante. O avanço da apuração identificou empresas e pessoas físicas que seriam beneficiárias do esquema.

Esse despachante, seria a empresa do PX, a Poup Tempo.

As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Criminal de Sarandi e cumpridas em endereços relacionados aos investigados em Sarandi, Maringá e Santa Fé.

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