Uma jovem, de 22 anos, teria sido estuprada por um amigo, de 20, depois de passar dias usando cocaína na frente dos filhos pequenos, de 3, 5 e 6 anos, na invasão da Homex, localizada no Centro Oeste, em Campo Grande. O caso aconteceu neste domingo (2).
Conforme as informações do boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada pra ir até o endereço indicado averiguar uma situação de estupro. Ao chegar, encontraram a vítima, seu marido e o suspeito junto com as crianças.
A mulher então contou que apesar de não lembrar muita coisa, devido ao consumo de drogas, teria sido estuprada pelo amigo. A vítima e seu marido relataram ainda estar usando entorpecentes desde quarta-feira.
Apesar de ser acusado, o rapaz negou os fatos, dizendo que foi ameaçado de morte pelo casal. Todos estavam sob efeito de drogas.
Maus-tratos - ainda no local, as equipes da Polícia Militar encontraram os três filhos do casal, de 3, 5 e 6 anos. Eles contaram aos policiais que estavam o dia inteiro sem comer.
Além disso, os pais e os amigos vivem consumindo cocaína e outras drogas na frente das crianças. Diante da situação, o Conselho Tutelar foi acionado, fazendo o acompanhamento da ocorrência.
Os fatos e envolvidos foram levados para a DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), onde o caso foi registrado como maus-tratos e estupro.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Governo de MS investiga fraude no programa Mais Social e exonera servidora

DOF apreende carga contrabandeada de R$ 2,1 milhões em Santa Rita do Pardo

Homem é preso por criar porcos e aves em condições irregulares em bairro de Campo Grande

Réu que matou homem por vingança é condenado a 16 anos de prisão em Dourados

Homem é denunciado por intolerancia religiosa contra vizinho no Centro Oeste

Homem é esfaqueado em briga por drogas e bebidas na Dom Aquino

'Preto nojento', diz mulher durante briga de trânsito no Chácara Cachoeira

Briga termina com homem esfaqueado na Vila Nasser

Motociclista morre ao bater em carro na Avenida Ceará


Caso foi registrado como ameaça na Deam (Divulgação/Sejusp)



