Uma mulher de 31 anos, ainda não identificada, foi encontrada em uma mata e socorrida em estado grave após sofrer 14 facadas na tarde desta segunda-feira (29), no Jardim Carioca, em Campo Grande. A polícia investiga se ela foi vítima de estupro e roubo, já que foi encontrada sem a bolsa que saiu de casa.
Segundo informações preliminares, a mulher teria sido abordada na Rua Nara Leão e arrastada para uma mata. No local, ela foi esfaqueada várias vezes pelo suspeito, ainda não identificado ou encontrado.
Mesmo ferida, a vítima conseguiu pedir ajuda a pessoas a quem passavam pelo local. Ela foi socorrida e levada para a Santa Casa de Campo Grande.
No hospital, a vítima foi levada para o centro cirúrgico em estado grave. Conforme o Corpo de Bombeiros, ela foi atingida por três facadas no pescoço, quatro no abdômen, quatro na região dorsal, duas no braço esquerdo e uma na mão.
De acordo com a delegada Ana Luiza Noriler da Silva Carneiro, a suspeita é de que ela tenha sido vítima de estupro e também roubo. Já que familiares afirmaram à polícia que ela saiu de casa com uma bolsa. O objetvo não foi localizado após o crime.
Responsáveis pelo socorro à vítima também devem ser ouvidas pela investigação, que no fim desta tarde voltou ao local do crime para perícia. O caso foi registrado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Homem é baleado por dupla encapuzada na Avenida Guaicurus

Homem é preso por furtar materiais de projeto social em Campo Grande

Vídeo: Incêndio atinge berçário de hospital e mobiliza transferência de pacientes

PF faz operação e mira grupo suspeito de tráfico internacional de drogas em MS

Homem perde controle da moto, cai e morre na BR-060

"Aqui não é casa das primas", diz dona ao expulsar inquilina e caso vai parar na delegacia

Homem é preso com maconha e entrega comparsa à polícia na Capital

PF faz operação contra suspeito de aliciar estudantes para exploração sexual na internet

Operação Sísifo prende três pessoas em cidades da região

O caso foi registrado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) e segue em sigilo (Reprodução/Internet)



