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Pertences encontrados no barco que haviam nove corpos, sugerem que tinham mais migrantes ilegais

A embarcação foi achada no litoral do Pará. A polícia acredita que organização criminosa é dona dela

21 abril 2024 - 14h48Carla Andréa, com CNN

A perícia da Polícia Federal (PF) achou 27 celulares e 25 capas de chuva dentro da embarcação encontrada no dia 13 de abril, com nove pessoas mortas, no litoral de Bragança, cidade no Pará.

De acordo com a investigação, essa quantidade de aparelhos reforça a hipótese de que mais de 25 pessoas estavam no barco quando ele ficou à deriva. Mas ainda não há informações sobre os demais viajantes.

Os telefones encontrados foram encaminhados para exames periciais no Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília. As possíveis informações extraídas dos celulares, dos chips e cartões de memória, em conjunto com ações de cooperação internacional, serão utilizadas para levantar as identidades dos ocupantes da embarcação.

A PF e a Polícia Científica do Pará também já realizaram o exame nos nove corpos retirados da embarcação. Feito por meio de exame radiológico; exame de vestes, pertences, documentos e adereços; exame médico-legal, com coleta de material para exames de DNA e de isótopos estáveis; exame odontolegal; exame necropapiloscópico; e estação de verificação de documentos e controle de qualidade.

A atividade envolveu mais de 30 profissionais em trabalho multidisciplinar, adotando o padrão de identificação de vítimas de desastres da Interpol.

Todos os dados colhidos foram enviados para continuar o processo de identificação no INC e no Instituto Nacional de Identificação, em Brasília, com apoio da Interpol e organismos internacionais.

Segundo a PF, não é possível estimar o prazo para identificação dos nove corpos. Por isso, as vítimas serão temporariamente sepultadas em Belém, capital do Pará, até que as identidades tenham sido estabelecidas e as famílias das vítimas possam ser formalmente comunicadas.

A investigação da PF sobre o barco aponta uma organização criminosa responsável pela migração ilegal, que culminou na morte dos nove viajantes.

Segundo o superintendente da PF no Pará, José Roberto Peres, “alguém ali organizou, colocou esse barco no mar e com certeza vendeu algumas vagas para as pessoas vulneráveis que pretendiam buscar uma vida melhor”.

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