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Polícia

PF deflagra operação contra grupo que lavou R$ 90 millhões do narcotráfico

A operação Hipócrates acontece em Corumbá e em Imperatriz, no Maranhão

17 junho 2020 - 09h32Priscilla Porangaba    atualizado em 17/06/2020 às 09h32

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (17) em Corumbá e na cidade de Imperatriz, no Maranhão, a Operação Hipócrates, para desarticular organização criminosa voltada à lavagem de capitais e evasão de divisas.

Segundo a PF, o esquema criminoso movimentou, em quatro anos, na região de fronteira mais de R$ 90 milhões.  Em Corumbá, com informações do Diário Corumbaense, foram presas duas pessoas, um homem de 39 anos e uma mulher de 27 anos. Há ainda um terceiro foragido, de 38 anos, que estaria na Bolívia, conforme revelou a PF. Já na cidade de Imperatriz, duas pessoas também foram presas.

Durante as investigações, a PF, com apoio da Receita Federal, identificou um grupo de pessoas que realizava diversos saques em agências bancárias de Corumbá e que, em seguida, levavam as quantias em espécie para a Bolívia.

No país vizinho, os investigados depositavam os valores em casas de câmbio das cidades de Puerto Quijarro e Puerto Suárez, chegando a movimentar mais de R$ 90 milhões. A operação descobriu que os investigados constituíram diversas empresas “de fachada”, com a finalidade de movimentar recursos provenientes de crimes diversos, como tráfico de drogas e peculato.

Na ação, 30 policiais foram mobilizados para o cumprimento de cinco mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão. Simultaneamente, foram realizados o sequestro de bens móveis e imóveis, o bloqueio de contas e a suspensão da atividade econômica das empresas constituídas pelos investigados. As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 3ª Vara Federal de Campo Grande (MS).

Os investigados devem responder pelos crimes de evasão de divisas (Art. 22, parágrafo único, da Lei nº 7.492/86), lavagem de capitais (Art. 1º, caput, da Lei nº 9.613/98) e organização criminosa (Art. 2º, caput, da Lei nº 12.850/13), cujas penas somadas, podem ultrapassar 20 anos de prisão.

A operação foi denominada “Hipócrates” em referência ao filósofo grego pai da medicina, uma vez que o envio de dinheiro para estudantes brasileiros de medicina na Bolívia era utilizado como justificativa para a remessa ilegal dos valores ao país vizinho.

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